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Pólo de confecção
de PG
ganha espaço na Efapi
Érica Busnardo -
Assessoria
O Pólo de
Confecção vai mostrar sua força na 33ª Exposição
Feira Agropecuária, Industrial e Comercial de
Ponta Grossa (Efapi), em um espaço de 300 m²,
divididos em 20 boxes, dentro do pavilhão
interno do Centro de Eventos.
Serão expostos e
vendidos durante os seis dias do evento
uniformes, agasalhos, camisetas, roupas sociais,
e demais peças de confecção. Promovida em
parceria entre a Prefeitura de Ponta Grossa e a
Sociedade Rural dos Campos Gerais, a 33ª Efapi
acontece entre os dias 14 e 19 de setembro com a
previsão de receber cerca de 200 mil pessoas.
Para o
secretário de Indústria, Comércio e Qualificação
Profissional, João Luiz Kovaleski, justamente
por ser um evento grandioso capaz de atrair
pessoas de todo o Paraná, a Efapi é uma ótima
oportunidade para que a produção do setor de
confecção do municipio seja vista pela
população. “Essa é uma grande iniciativa para
mostrarmos a nossa produção, já que a Efapi terá
entrada gratuita”, diz Kovaleski.
De acordo com o
diretor de Qualificação da Secretaria de
Indústria, Comércio e Qualificação Profissional,
Júlio Cesar Ingenchki, 20 empresas vão expor
seus produtos. Segundo ele, todas são filiadas à
Associação das Indústrias de Confecção de Ponta
Grossa (ASIC-PG), o que ajuda a fortalecer a
entidade no municipio.
Segundo o
presidente da ASIC, Pedro Henrique Soares, para
os empresários que vão expor seus produtos, a
Efapi servirá para uma amostra de como o setor
caminhará a partir de agora. “Tem muitos
empresários que lidam especificamente com um
tipo de produção. Será na Efapi que ele irá
analisar com mais segurança se poderá avançar,
apostando em outros tipos de confecções. Esse é
um ótimo momento para se preparar para o
futuro”, diz.
O secretário
Kovaleski partilha da opinião de Soares. “A
Efapi é uma grande oportunidade para que o Pólo
de Confecção de Ponta Grossa seja conhecido em
todo o Paraná”, diz. Os dois também fazem uma
análise positiva sobre a concorrência com outros
pólos de confecção do Estado, como Imbituva,
Cianorte e Maringá, por exemplo. Segundo Soares,
Ponta Grossa tem plena capacidade de produção
com qualidade, apta a competir com os centros já
conhecidos.
A vantagem de
Ponta Grossa, neste caso, é sua posição
geográfica, o que faz da cidade o maior
entroncamento rodoferroviário do Sul do país.
“Grande parte dos consumidores que normalmente
viaja para o norte do Estado para suas compras
necessariamente passa por Ponta Grossa. Então,
não tem porque alongar a viagem se aqui na
cidade eles conseguirão produtos de excelente
qualidade, fabricados nas indústrias
pontagrossenses”, diz. Sob esta perspectiva,
segundo ele, não somente o municipio ganha com o
Pólo de Confecção, mas também os empresários de
todo o Brasil que trabalham no ramo. |