Ponta Grossa
Cidade de Vila Velha
Princesa dos Campos Gerais

 

 

 

 

 

 

 
 

 

 

 

 

 

 

 

Ponta Grossa, sábado, 04 de julho de 2009


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S0BRE A CALÇADA

Se vivo fosse, Ney Aminthas de Barros Braga, que nasceu na Lapa a 25 de julho de 1917, completaria neste ano 92 anos de idade. Ney tinha ligações até mesmo familiares em Ponta Grossa. O seu primo, Mário Braga Ramos foi vereador por aqui e depois deputado federal, entre outros cargos públicos que ocupou.

Braga Ramos não é outro se não pai de Maria Isabel Ramos, que ao casar-se com o jovem Pedro Wosgrau Filho, acrescentou o patronímico do marido ao seu nome.

Sobre a figura de Ney Braga há quem diga que ele foi passado para trás na questão da Presidência da República. Teria sido um dos grandes na política nacional, assim como foi grande no Paraná.

De qualquer maneira, em nenhuma época, na história deste País, o Estado do Paraná participou tanto das decisões nacionais.

Rococós à parte, vale lembrar a inserção do nome de Ney Braga na obra do mestre Sebastião Nery, intitulada “Folclore Político”. Aliás, ali, Ney é protagonista de várias histórias.

E narra o irreverente Sebastião: “Comício em Alto Paraná, campanha de Ney Braga para governador. Antonio Presídio, candidato a vereador, fazia a apresentação dos oradores:

_ Agora, vai falar o presidente do Partido Democrata Cristão no Paraná, o enigmático doutor Joaquim de Matos Barreto.

Lá atrás, Ney caiu na gargalhada com Affonso Camargo e ficaram o tempo todo gozando o Barretinho por causa do
enigmático.

Para encerrar, ia falar o candidato. Presídio, emocionado, berrou ao microfone:

_ Agora vamos ouvir a palavra do candidato a governador do Paraná, Ney Braga,
o enigmático dos enigmáticos!
 
ZOOMBIDOS

E
por falar em Affonso Camargo Neto, ele recém completou 80 anos de idade e é um dos últimos integrantes da jurássica banda de políticos brasileiros.

Na sexta-feira que passou ele lançou âncora em Ponta Grossa para participar ao lado do prefeito Wosgrau Filho e outros aliados da festa de entrega do mérito empresarial patrocinado pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná e Associação Comercial e Industrial de Ponta Grossa.

Ao mesmo tempo em que ele chegava a cidade, uma empresa responsável por colocação de
out doors plantou dezenas de peças promocionais a seu respeito.

E esses
out doors espalhados em pontos estratégicos mostra uma espécie de prestação de contas de Affonso, principalmente à Câmara Municipal, que, dias desses, questionou o seu trabalho em Brasília.

Ao proceder dessa forma, a Câmara Municipal deu a Affonso Camargo, que é um especialista em Política, uma poderosa arma de propaganda que não pode ser questionada nem mesmo legalmente.

Affonso ficou na cidade até o começo da tarde, tempo suficiente para dar uma passadinha na
costelada promovida pelo prefeito Wosgrau Filho, com o objetivo de oferecer uma ajuda financeira ao Operário.

A propósito: a renda dessa costelada chegou próximo a 55 mil reais, valor integralmente repassado à direção do Operário Ferroviário.
 
ENREDO

Uma reunião noturna, na quinta-feira que passou, levou a um elegante condomínio fechado, na aristocrática Região Sul da cidade, algumas figuras suprapartidárias para discutir as eleições de 2010 e por via de conseqüência o pleito municipal de 2012.

Lá estiveram, dentre outros,
Los Hermanos Cruz de Oliveira; Luiz Paulo Rover, que é do PP, partido que é presidido estadualmente pelo deputado Ricardo Barros; o verde Lauro Padilha, que foi candidato a prefeito nas eleições do ano passado; Serginho Zadorosny Filho, que deixou o DEM e anda meio desnorteado quanto ao encaminhamento a outro partido e Luiz Eduardo Pilatti Rosas, ex-presidente da Sociedade Rural dos Campos Gerais.

Nessa reunião, dentre as estratégias traçadas, esteve uma apresentada exatamente por Pilatti Rosas, e que está centrada na busca de lideranças do meio rural para se juntarem ao grupo.

Em tempo: a dita reunião aconteceu sob os olhares de ninguém menos do que o empresário Márcio Pauliki.
 
EM CHAMAS

De dois a três partidos com representação na Câmara Municipal de Ponta Grossa sofrerão defecções caso seja aprovada a possibilidade da abertura de uma janela para mudança partidária. E olha que se isso ocorrer será logo, logo, no máximo até o final do mês de setembro.

Dos 15 vereadores da Câmara Municipal de Ponta Grossa ao menos 25 por cento não está satisfeito com seu respectivo grêmio eleitoral.

A partir do dia três do mês que vem, a Câmara Municipal de Ponta Grossa contará com um novo vereador, é bem verdade que pelo prazo de trinta dias.

O pastor Moisés Faria, primeiro suplente pelo PTN assumirá uma cadeira em função do pedido de licença que será proposto pelo vereador Enoc Brizola.

E já que o PTN entrou na dança, é oportuno revelar que, neste sábado pela manhã, o vice-governador Orlando Pessuti teve uma conversa do tipo
olhos nos olhos com Elizeu Chociai, presidente estadual do partido.

O encontro aconteceu no café da manhã que foi servido no Planalto Palace Hotel. Pessuti pernoitara em Ponta Grossa.

Em determinado momento, quando estava rodeado de peemedebistas, Orlando Pessuti chamou Chociai para uma conversa reservada, a sós, para falar sobre as eleições majoritárias do ano que vem.

Ao mesmo tempo em que reiterava sua candidatura a governador, com o possível apoio do PT, Pessuti propôs que o PTN também venha a se engajar ao grupo de partidos que lhe dará sustentação político-eleitoral.

José Elizeu Chociai não fechou as portas, assim como já o fez em relação ao prefeito de Curitiba, Beto Richa.

 
 

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