CAPA

 

Plantão/História

  Prefeitos

  Vereadores

  Política

  Eleições 92 a 04

  Câmara Municipal

  Executivo Municipal

  Imprensa

  Rádio Santana

  Fotos

 

Ponta Grossa - Terça-feira, 29 de maio de 2007
 

Câmara aprova reposição
salarial de 3% a servidores
Eduardo Farias – Diário da Manhã
Foto: José Aldinan

Projeto de lei do Executivo que estabelece o reajuste de salário dos servidores públicos municipais em 3%, foi colocado na Ordem do Dia pelo presidente do Legislativo, Valfredo Laco Dzázio (PRP), sem parecer da Comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização (CFOF), presidida pelo vereador Delmar Pimentel (PDT).

Leia, também:

Política
»
Delmar, agora, quer liberar a venda de bebidas em postos
»
Câmara aprova reposição
salarial de 3% a servidores

»
Projeto de lei proíbe descarte
de óleo e gorduras no esgoto

»
Wosgrau recebe André Vargas
»
Diretoria da ACIPG se
reúne com prefeito hoje
Geral
»
PM fecha ponto de venda crack
e oito são presos na Vila Cipa

»
Prefeitura quer novo
sistema de compras

»
Continua processo de eleição
do Conselho do Fundeb

»
Trevo de acesso a Arapoti ganha reforço de dois viadutos do DER
»
LDO para 2008 será apresentada em audiência pública, na Câmara
»
Arena da Baixada será indicada para jogos da Copa de 2014
»
Cultura promove curso de
Dança Folclórica na Educação

»
CMEI Cavalinho de Pau tem a primeira bebeteca do Brasil

Por isso, mais uma vez a sessão de ontem do Legislativo ficou paralisada por uma hora e meia para que a proposta fosse analisada, deixando vereadores sem ligação com a comissão e profissionais da Imprensa na espera. No fim, o projeto foi aprovado sem nenhuma alteração. Proposta que concede aumento de 3% aos funcionários da Câmara também foi aprovado.

Além de não concordar com a proposta do Executivo, por não ter aumento real, somente reposição inflacionária, o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, Leovanir Martins, relatou que há um equívoco no projeto encaminhado e aprovado em primeira discussão pelo Legislativo. Conforme ele, a Prefeitura usou o índice de inflação calculado pelo Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA), que é de 2,99%. Porém, ele garantiu que a Lei Orgânica do Município (LOM) determina que seja usado o índice calculado pelo Instituto Nacional de Proteção do Consumidor (INPC), que ficou em 3,44%.

Segundo Leovanir, trata-se de um equívoco que precisa ser desfeito. Ele acompanhou a análise da proposta junto com a CFOF e informou que recebeu a garantia de que o Executivo fará uma emenda à matéria passando a valer o índice de inflação calculado pelo INPC.

No entanto, não foi essa a informação passada por Delmar ao final da sessão. Conforme ele, o projeto deve continuar com o mesmo texto aprovado na sessão de ontem. Ele explicou que todos os gastos da Prefeitura Municipal têm por base o IPCA, inclusive, a previsão orçamentária do Município, e, assim, não há motivos para mudar a base de cálculo somente no caso do reajuste dos servidores, mesmo que esteja previsto na LOM.

Justificativa
O texto da matéria enviada pelo Executivo diz ainda que, tendo em vista o atual estado de comprometimento das despesas de pessoal, “infelizmente, não é possível ao Município arcar com os custos de uma efetiva ampliação do poder aquisitivo dos vencimentos do funcionalismo”.

Leovanir  disse que a classe não concorda com a proposta do Executivo. Segundo ele, além de não haver aumento real, somente reposição salarial, reivindicações como o pagamento de produtividade em alguns setores, bem como, a reclassificação dos níveis dos professores, não foram atendidas. “O prefeito (Pedro Wosgrau) teve 12 meses para tomar pedidas que possibilitassem conceder um reajuste maior, mas não o fez, por isso consideramos que o Executivo foi omisso”, argumentou.

Além do limite
O parlamentar peessebista Eliel Polini declarou ontem na Câmara que espera ansioso pela prestação de contas do Executivo do último quadrimestre, a ser realizada amanhã no Legislativo. Segundo ele, o limite prudencial de gastos com a folha de pagamento do funcionalismo, estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, já estourou faz tempo. “Estão tentando maquiar a realidade dizendo que os gastos com a folha está em 53% da receita do Município. Porém, já sabemos que os números ultrapassam 55%”, afirmou.

De acordo com o vereador, trata-se de um problema que já vem de outras gestões, mas falta coragem para o prefeito promover o enxugamento do número de funcionários municipais, uma vez que não seria bem visto pela opinião pública.

Polini também assegurou que as contas dos dois primeiros anos da administração Wosgrau Filho foram previamente rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Paraná, inclusive, a defesa apresentada pelo Executivo. “O que indica que o dinheiro foi mal empregado”, frisou.

 

 

Colunas

Luiz Castilho  
Por Dentro

Altair Ramalho Revelações da Política

Osni Gomes
Informe Capital

Caio Alencar
Passe Perfeito

Fabiana Guedes
Imagens (Social)
Débora Mateus
Moda

Plantão da Cidade OnLine - Rua Antônio Vieira, 295 - Bairro São José - Ponta Grossa - PR
Jornalista Responsável: Luiz Carlos Castilho
 - RPR (MT) - 4450
Comercial: Maria Jacira Castilho
Telefones: (42) 3224-2375 - (42) 9119-1523