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Ponta Grossa, sexta-feira 08 de agosto de 2008
 
Quarto  Salão Popular de
Artes abre nesta sexta-feira

Cinqüenta e cinco obras de artistas dos Campos Gerais entre escultura, pintura, fotografia, instalação, arte digital, colagem, videoarte e técnica mista estarão em exposição a partir desta sexta-feira (8) no 4º Salão Popular de Artes Plásticas de Castro – "A arte dos Campos Gerais", promovido pela Prefeitura Municipal de Castro, Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte e Divisão de Cultura.

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A abertura da mostra será às 19h30 e segue até o dia 12 de setembro, na Casa da Praça.

Prêmios
O 4º Salão vai entregar, em caráter de aquisição, os prêmios Dorothéa Wiedemann (1º lugar), Orlando Mattos (2º lugar) e Júlio Festa (3º lugar), que somam R$ 2 mil. A escolha dos trabalho será feita pelo público que visitar a exposição, com idade a partir de 11 anos. Para votar é preciso apresentar documento de identificação com foto. A obra do primeiro colocado é reservada a Prefeitura de Castro e as obras que se classificarem em segundo e terceiro lugares serão sorteadas ao público visitante.

Os votos serão aceitos até o dia 31 de agosto. A apuração acontece no dia 1º de setembro, e a premiação e o sorteio acontecem no dia 5 de setembro, na Casa da Praça.

Histórico
O 1º Salão Popular de Artes Plásticas de Castro aconteceu em 2004, com a participação de 84 artistas. Em primeiro lugar – Prêmio Dorothéa Wiedemann – ficou a artista Ângela Someya, seguida por Maria Cristina Guimarães e Hélio de Jesus. Artistas até o décimo lugar receberam medalha de Menção Honrosa. Votaram 955 pessoas. No 2º Salão Popular de Artes Plásticas de Castro, realizado em 2005, 64 artistas participaram e cerca de 1,4 mil visitantes votaram nas obras. O primeiro lugar foi para Ísis de Oliveira, em segundo ficou Delmar Fierka, seguido por Gezina Kassies, em terceiro. Os participantes, até o 13º lugar, receberam certificado de Menção Honrosa.

No 3º Salão de Artes, em 2007, todos os 81 trabalhos inscritos receberam votação. No total, 1558 pessoas votaram. Primeiro lugar ficou com Delmar Fierka, o segundo para Felipe Martins e o terceiro para Gezina K. Kassies.

Prêmios
Dorothéa Wiedemann nasceu na Alemanha em 25 de setembro de 1930 e, juntamente com seus pais, emigrou em 1933 para o Brasil, passando a viver numa chácara na Colônia Terra Nova, em Castro, Paraná. Realizou suas primeiras gravuras quando freqüentou a Escola de Arquitetura e Belas Artes de Recife. Trabalhou e estudou com grandes nomes da arte em São Paulo, desenvolvendo a técnica de gravuras em metal. Em Paris, registrou-se no Ateliê 17, de Stanley Hayter, considerado o papa da gravura moderna, e trabalhou na Embaixada Brasileira, então chefiada por Assis Chateaubriand. Dessa época data sua predileção pela gravura em madeira, mas sempre demonstrou interesse por técnicas e métodos tradicionais de confecção de gravuras, residindo na Alemanha, Nova Guiné e Japão.

Realizou sua primeira grande exposição individual em 1957, no Museu de Antropologia de Hamburgo, Alemanha. Após dezenove anos residindo em Miami, retorna à Terra Nova, em 1980, participando ativamente da vida cultural de Castro, onde faleceu em 1996.

Obras de Dorotéa Wiedemann encontram-se em conceituados museus do mundo, bem como em coleções particulares do Brasil, Estados Unidos, Austrália, Inglaterra, Alemanha, Suíça, França, Japão e Canadá.

Orlando Mattos nasceu em Castro no dia 31 de março de 1917. Já na infância, registrava os trabalhadores rurais marcados pelo trabalho pesado e a fisionomia séria. Ficou conhecido por produzir pinturas que retratam a realidade do cotidiano. Nas décadas de 50 e 60 sobressaiu-se na imprensa como chargista e caricaturista. Ilustrador consagrado teve seus trabalhos publicados em diversos veículos de comunicação do país, entre eles a Folha de São Paulo e a já extinta revista O Cruzeiro. Como artista plástico e pintor, Orlando Mattos foi muito premiado e teve suas obras expostas por todo Brasil e também no Canadá, Itália, Iugoslávia, Inglaterra e Japão. Em Castro, realizou uma Exposição em 1975. A obra de sua autoria "Via Sacra" encontra-se exposta na Paróquia São Judas Tadeu, em Castro.

Faleceu em 1992 na cidade de Diadema, São Paulo, onde morava desde a década de 60. Foi homenageado em abril de 2007, pela Prefeitura de Diadema, com Exposição Retrospectiva e Lançamento do livro Orlando Mattos – Vida e Obra. Uma das responsáveis pela seleção dessas obras foi sua esposa, também castrense, Edith Biassio de Mattos. O artista deixou uma produção de mais de 22 mil obras, entre telas, desenhos, charges e caricaturas, sintetizando de maneira criativa a indignação popular diante das contradições de nossa sociedade.

Júlio Festa nasceu em São Paulo no dia 21 de janeiro de 1929. Iniciou suas atividades artísticas em peças infantis, aos 12 anos de idade, ingressando no teatro profissional aos 18, participando no Pavilhão Mazzaropi. No ano seguinte, fez temporada com espetáculo infantil no Teatro Municipal de São Paulo. Passou a fazer recitais de violão clássico e trabalhou na TV Cultura e na Rádio Panamericana. Participou de diversos Teatros, entre eles o Teatro de Revista, recebendo troféu por melhor atuação em 1973.

Além de pintura e desenho, aperfeiçoou-se na escultura, pois já trabalhava com barro e raízes desde os 14 anos. Em agosto de 1989, expôs suas esculturas no Centro de Cultura, em Ponta Grossa, Paraná. Além de obras em Minas Gerais, Pernambuco e São Paulo, encontram-se peças suas na Itália, Holanda e Alemanha. Em Castro, Júlio Festa produziu várias esculturas, até seu falecimento em 22 de agosto de 2001. É de sua autoria o belo Monumento "Aos Tropeiros", desde 2006 no trevo de acesso a Castro.

 






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