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Ponta Grossa, sábado, 31 de maio de 2008


Altair Ramalho é colunista do Diário da Manhã

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Lembram do Tadeu Comerlatto, aquele consultor político que foi visto, pela primeira vez, por essas bandas nas eleições de 1988, quando prestou atendimento à candidatura de Pedro Wosgrau Filho, que, diga-se de passagem, venceu as eleições daquele ano, derrubando do pedestal de 76 por cento de intenções de votos o seu concorrente Djalma de Almeida César?

Isso faz vinte anos! Mas de quatro em quatro anos ele aparece por aqui. Em 2004 ele ficou ao lado de PH, que era candidato à reeleição, e andou fazendo algumas pesquisas, todas favoráveis ao seu cliente.

Que ninguém se surpreenda se, daqui a noventa dias, ou menos, cruzarem pelas ruas e avenidas da cidade, com a figura rechonchuda do Tadeu Comerlatto. Ele está vendendo, agora, uma coleção que vai na linha de dicas e passo a passo do candidato, quer seja para vereador, quer seja para prefeito.

Os CDs e DVDs comercializados trazem os sugestivos títulos de “Campanha Eleitoral: 10 mandamentos” e  “Cem Segredos para o sucesso eleitoral”. Gasta-se muito dinheiro com isso, muito embora os consultores digam que “isso não é dinheiro jogado fora, é investimento”.

Uma assessoria desse naipe fica entre 60 mil a 100 mil reais. É um grande negócio, pois!

Vale relembrar que, além de Wosgrau Filho, em 1988, Tadeu Comerlatto prestou assessoria, nas eleições de 2000, para o candidato Carlos Roberto Tavarnaro.
E já que o assunto é a parte logística de uma campanha eleitoral, sempre tendo por base a corrida ao posto de prefeito, já começou o corre-corre para a contratação de pessoal e equipamentos para a produção de programas para o horário eleitoral gratuito.

Dia desses, a propósito, o dono de uma produtora e político militante, contou a um jornalista de plantão, que fazendo muita economia e sem muitos rococós, o custo de produção para a campanha do seu jovem candidato chega fácil, fácil em 350 mil reais.

Uma outra grande produtora da cidade já enviou proposta para pelo menos um dos pré-candidatos, oferecendo um verdadeiro arsenal televisivo, pelo “módico” preço de 450 mil reais, valor esse referente ao primeiro turno. Para o segundo turno a conversa é outra.

A produtora Terra Verde, que pertence a Silvio Duarte, fez a campanha eleitoral de 2004 para o candidato PH. E Silvio se arrependeu profundamente disso, não propriamente por suas convicções ideológicas, mas sim pelo calote que teve que enfrentar.

Teoricamente, nestas eleições, Silvio Duarte vai trabalhar com o candidato Jocelito Canto.
É por isso tudo que nas rodas políticas, notadamente onde se encontram quem pensa Política, logo surge a questão dos custos de campanha.

Para aqueles que pretendem conquistar uma cadeira na Câmara Municipal, seja com o atual número de vagas, seja com o acréscimo de outras vagas, é bom que raciocinem, desde já, que o investimento não ficará por menos de 150 mil reais.

É claro que há raríssimos casos que esse valor pode passar por um processo de lipoaspiração. E há também casos em que o candidato já gastou até os tubos, e mente que não gastou nada.
O senador Osmar Dias comemorava, ontem, a aprovação pela Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara Federal, do projeto que permite a ampliação da licença maternidade de quatro para seis meses.

A aprovação desse projeto proposto pelo PDT, com o apoio da Sociedade Brasileira de Pediatria, é uma conquista para as mulheres brasileiras. A permanência maior da mãe com a criança é muito importante para o desenvolvimento do bebê e para toda a família.

Em Ponta Grossa essa ampliação já foi transformada em lei por iniciativa do prefeito Pedro Wosgrau Filho, antecipando-se ao que está em discussão na Câmara Federal.
 
A coluna recebeu: “Com relação à coluna de ontem, gostaria de dizer que as mesas que os postos têm servem também a famílias que lá vão tomar sorvete. Gostaria também de deixar registrado que o Sindi do Paraná está fazendo uma campanha contra o consumo em postos nas madrugadas, o que o Sindi Regional há muito tempo já fez.

Por último, volto a reafirmar que somos contra o consumo desenfreado e irresponsável de álcool, não só nos postos, mas em todos os lugares, bares, lanchonetes, clubes dançantes, Avenida Munchen e até na maior festa da cidade, a Munchen Fest”.

O signatário é Djanuzi Fontini Reis, o DJ, diretor regional do Sindicombustíveis.
 

Contagem regressiva

 

 

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