Ponta Grossa
Cidade de Vila Velha
Princesa dos Campos Gerais

 

 

 

 

 

 

 
 

 

 

 

 

 

 

 

Ponta Grossa, sábado, 19 de setembro de 2009


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NÓ EM VENTO

Informação de cocheira (1)
 
Nesta quinta-feira uma unidade produtora de fogões, que tem suas origens na cidade de Cascavel, e que no momento conta com uma planta industrial em São José dos Pinhais, fará a assinatura de um protocolo de intenções com o Município de Ponta Grossa para se instalar no Distrito Industrial.

O protocolo está centrado no pedido de um terreno, naquele mesmo estilo em que foram contempladas indústrias que se fixaram no Distrito Industrial.

Serão abertos, a partir do momento do início da produção, pelo menos duzentos e cinqüenta novos postos de trabalho.

Vale dizer que, um dos principais compradores da produção dessa indústria é ninguém menos do que o Grupo MM.
 
Informação de cocheira (2)
Está em avançado estágio a conversação com um grupo italiano para que o Distrito Industrial receba uma fábrica de complemento das máquinas agrícolas da New Holland, que são produzidas na Cidade Industrial de Curitiba.

O grupo italiano estuda duas opções: uma delas é Ponta Grossa.
 
Informação de cocheira (3)
Que ninguém se surpreenda se efetivamente houver a reativação do espaço próximo ao Campus da UEPG, que, no passado foi ocupado pela Coca Cola, através do Grupo Spaipa.

Isso ocorrendo haverá uma alavancagem no ICMS de Ponta Grossa. Está em fase de conclusão dos estudos para o envase de sucos e de chá, naquele mesmo imóvel que fica na entrada do Campus e do Núcleo Dal Col, espaço que foi doado à Coca Cola no final dos anos setenta.
 
Mudando de assunto. O PTB do deputado Jocelito Canto começa a veicular, a partir desta quarta-feira (23) um pacote de quarenta inserções no horário da propaganda política no rádio e na televisão.

As mensagens de 30 segundos cada uma terão como protagonista o deputado JC que vai falar sobre obras e investimentos como a compra do Seminário Verbo Divino e o “Sonho dos Campos Gerais”, assim definido por ele, e que é o Hospital Regional.

Em outra banda, JC falará sobre a assiduidade de 100 por cento que vem mantendo na Assembléia Legislativa do Paraná. “As pesquisas avaliam o meu trabalho, me concedendo 32 por cento de intenção de votos, enquanto o segundo colocado chega a 16 por cento, a metade”, ecoa Jocelito.
 
E por falar em propaganda eleitoral, nesta quinta-feira, a exemplo do que fizera em abril, o PPS vai usar sua propaganda institucional para vincular Lula a Fernando Collor.

Serão dez minutos em rede nacional de rádio e televisão e, na peça, o PPS associa o confisco da poupança, baixado por Collor em 1990, à taxação da caderneta que Lula vai propor em projeto de lei.

Coube ao deputado Raul Jungmann (PPS-PE) vocalizar a crítica. Ele aparece no vídeo dirigindo-se diretamente  a Lula: “Presidente Lula, o Collor seqüestrou. E o senhor, que prometeu não mexer, vai mexer na poupança de um milhão de brasileiros”.

E depois segue com aquela velha retórica que sempre aparece em ano pré-eleitoral.
 
ZOOMBIDOS

E já que falamos em PPS, não há como deixar passar em branco o falecimento de Luiz Felipe Haj Mussi, que foi sepultado nesta terça-feira.

Haj Mussi era presidente nacional do Conselho de Ética do PPS. Nas últimas eleições foi candidato ao Senado da República. No governo de José Richa atuou como secretário de Estado da Segurança Pública.


E foi com ele, em 1983, que o então vereador Ângelo Pilatti Júnior, empunhando a flâmula da Segurança Pública começou a discutir a construção de um minipresídio em Ponta Grosa para acabar com a “Sucursal do Inferno”, que era a velha cadeia pública na Praça Roosevelt, em frente à Escola Senador Correia.

Pilatinho, junto com outros vereadores, levou Haj Mussi para conhecer a cadeia pública. E este ficou horrorizado diante do que viu. E foi com ele que foi dado o pontapé inicial para que a cidade recebesse uma construção nova.

O prefeito de então era Otto Santos da Cunha, muito amigo do governador José Richa. E Ponta Grossa contava com um deputado da base de sustentação ao governo, e que era Edmar Luiz Costa.
 
 
O pai de Rodrigo “Esqueleto” de Paula Pires fez um termo de confissão de dívida, apontando ter recebido do filho aproximadamente 100 mil reais. Ele se comprometeu a devolver esse valor.

A proposta dele é de dar um imóvel a parcelar o restante da dívida. A proposta ainda está sendo analisada pelo Departamento Jurídico da Prefeitura de Ponta Grossa.

Rodrigo de Paula Pires arrombou as arcas da Câmara Municipal de Ponta Grossa levando o equivalente a 2 milhões e 300 mil reais em dinheiro vivo.

No próximo dia 12 de outubro completar-se-ão nove meses que o caso está sendo analisado pelo promotor Roberto Ouriques, da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público.

 

 
 

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