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Ponta Grossa, quarta-feira, 13 de agosto de 2008


Altair Ramalho é colunista do Diário da Manhã

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Há pelo menos dois anos o deputado Plauto Miró Guimarães Filho vem tentando emplacar na Assembléia Legislativa do Estado, projeto de Lei que tem por objetivo o estabelecimento de horários para fechamento de bares em todo o Paraná.

E esse projeto de Plauto contempla bares, restaurantes e lanchonetes que apresentem música ao vivo ou que tenham cardápio próprio, o que por si só abre postos de trabalho. É um projeto bem ameno, portanto.

Ocorre que, na Assembléia Legislativa, Plauto teve que enfrentar um lobbie formado por proprietários de bares, restaurantes e lanchonetes, além de narizes torcidos de uma penca de deputados que está na base de sustentação do governo.

E não é que agora, o Ministério Público do Paraná vai sugerir aos municípios que adotem o que se convencionou chamar de lei seca, com o fechamento de bares em horários pré-estabelecidos?

Pois é! Esse tema foi discutido em reunião, no começo da semana, e pretende fazer com que os municípios com índices mais altos de criminalidade adotem lei municipal que regule o horário de funcionamento dos bares e similares.

Tinha razão, portanto, o deputado Plauto Miró Guimarães  Filho, porque agora o secretário da Segurança Pública, Luiz Fernando Delazari conta que em alguns municípios que já adotaram as restrições no horário do funcionamento de bares e similares, foi possível observar a diminuição de crimes.

Em Ponta Grossa, na Câmara Municipal repousa na gaveta do Departamento Legislativo da Casa, projeto de autoria do vereador Messias Carneiro de Moraes, que propõe o fechamento de bares e lanchonetes da cidade, às 23 horas.

E essa mesma Câmara Municipal de Ponta Grossa, que engaveta um projeto como esse do vereador Messias Carneiro de Moraes, é a mesma que derrubou um veto que proibia o consumo de bebidas em postos de combustíveis.
Aliás, sobre esse tema, só para refrescar a memória do distinto público, vale dizer que ele não se encerrou em si próprio, como gostariam os vereadores.

Aquela denúncia feita pelo vereador Francisquinho Valentin Filho de que ele teria sido procurado por um emissário para votar pela derrubada do veto, e que com isso não se arrependeria, continua sendo investigada.

A jornalista Lúcia Dub, da Tevê Esplanada, que foi quem prestou um serviço à sociedade civil organizada quando conseguiu gravar essa fala do vereador Francisquinho Valentin Filho já foi ouvida pelo Ministério Público.

A qualquer momento, espera-se, esse Ministério Público poderá ingressar, ou não, com ação específica no Judiciário.
 
Mudando de assunto: tem muitos candidatos em Ponta Grossa, notadamente aqueles que disputam cadeiras na Câmara Municipal, que estão atropelando o regramento eleitoral.

Provavelmente a maioria deles não sabe que não é permitida a propaganda eleitoral em locais de uso comum, como estacionamentos, clubes, igrejas...
 
Faltam cinqüenta e tantos dias para as eleições do primeiro domingo de outubro, e já começa a faltar fôlego financeiro para alguns candidatos.

Ontem, por exemplo, em plena Avenida Vicente Machado, um rapaz que locara alguns carros de som de sua propriedade, para determinado candidato, e não recebeu o que foi combinado, “desvestiu” esses carros que estavam plotados com a efígie do dito candidato.

É aquele negócio já apontado pela coluna: muitos candidatos estavam na quinta marcha, quando na realidade, nesse momento, deveriam estar, no máximo, em uma terceira marcha.
 


Quem foi vista
ontem na cidade, acompanhada do irmão, foi a ex-vereadora Ortência Goretti da Rosa, que está morando na Flórida, nos Estados Unidos.

Ortência ficará em Ponta Grossa até o meio da próxima semana e, de cara, queria saber, em conversa com um jornalista de plantão, como é que está a disputa política pelo Palácio da Ronda.

 
Hoje, 13, o Supremo volta a decidir sobre nepotismo. Está na pauta a Ação Declaratória de Constitucionalidade número 12, tendo como requerente a Associação dos Magistrados Brasileiros e como requerido o Conselho Nacional de Justiça.

A AMB sustenta que a vedação ao nepotismo é regra constitucional que decorre do núcleo dos princípios da impessoalidade e da moralidade administrativas, fundamentais e nem sempre respeitados.

 

Contagem regressiva

 

 

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