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Ponta Grossa, quarta-feira 11 de março de 2009
 
Educação de Castro desenvolve
projeto “Professores Acolhedores”
Assessoria

A Secretaria Municipal de Educação de Castro, através de Coordenação de Educação Especial, promoveu nesta terça-feira (10) o segundo encontro do projeto “Professores Acolhedores” para 79 profissionais da rede municipal de ensino que trabalham com alunos portadores de necessidades especiais.

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O primeiro encontro, realizado no dia 3 de março, tratou das noções básicas de inclusão, princípios legais, pedagógicos e metodologia diferenciada. Nesta reunião foram abordados temas como organização física da sala de aula, como trabalhar com a diversidade e adequações pedagógicas.

De acordo com a coordenadora da Educação Especial da secretaria, Rita Mara Freitas Vieira, na próxima semana a iniciam as visitas às escolas para acompanhar de perto as necessidades pontuais pedagógicas. “As questões de espaço físico vamos  encaminhar no decorrer”, explica.

O projeto “Professores Acolhedores” iniciou em 2008 motivado pelo aumento do número de alunos especiais na escola regular. Os estabelecimentos acolhem alunos com surdez, baixa visão, deficiência física e mental e condutas típicas de síndromes.

Em sala de aula o método desenvolvido envolve atividades em grupo, sempre respeitando o ritmo de aprendizagem, além da adaptação de currículo e adequações físicas de espaço. Os professores contam com auxílio de estagiários. “Trabalhamos conforme a dificuldade apresentada pelo aluno e sua necessidade”, diz

O resultado, segundo a coordenadora é satisfatório. “Os alunos se socializam, ampliam o vocabulário, se apropriam da alfabetização e há uma mudança de comportamento. Além disso, todos aprendem com a diversidade pela troca de experiências, que é o fundamento da inclusão”, explica.

A professora Glaci Fidelix Carneiro Gomes, da Escola Municipal Lourival Leite de Carvalho está ministrando aula pela primeira vez a aluno especial e conta que é um trabalho diferenciado, com adaptação do conteúdo e materiais específicos. “Tenho uma aluna com paralisia cerebral e utilizamos muito a forma oral para saber se ela está adquirindo conhecimento. Também escrevemos no caderno para ela ou usamos folhas digitadas”, ressalta.

Glaci destaca o esforço da aluna para aprender. “Esses alunos têm um lado muito amável e muita vontade de aprender. Correspondem ao incentivo e também aprendemos com eles”, diz.

Até o final do ano, a secretaria promoverá outros encontros. O próximo está agendado para maio.

 






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